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	<title>Alcoolismo</title>
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		<title>Proibir que seus filhos bebam de fato funciona, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 18:07:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa holandesa publicada online pela revista científica “Alcoholism: Clinical &#38; Experimental Research” mostrou que os adolescentes tendem a beber menos quando os pais impõem regras mais severas sobre o consumo de álcool. O  estudo foi feito com 238 adolescentes com idade entre 12 e 16 anos. Eles responderam a questionários contando como é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa holandesa publicada online pela revista científica “Alcoholism: Clinical &amp; Experimental Research” mostrou que os adolescentes tendem a beber menos quando os pais impõem regras mais severas sobre o consumo de álcool.</p>
<p>O  estudo foi feito com 238 adolescentes com idade entre 12 e 16 anos. Eles responderam a questionários contando como é o comportamento dos pais em relação ao álcool. Os jovens também falaram quanto álcool eles próprios tinham consumido no último mês.</p>
<p>Além disso, os pesquisadores testaram o impulso dos adolescentes em relação ao álcool. Isso foi feito por meio de um sistema conhecido como memória de trabalho, que analisa a resposta de cada um a um estímulo específico – como garrafas ou cheiro de bebida.</p>
<p>A tendência é notada mais claramente entre os meninos. Quando proibidos, eles bebem menos que as meninas da mesma idade. No entanto, quando os pais permitem, o consumo de álcool deles é maior que o delas.</p>
<p>“Em resumo, a relação entre a imposição de regras por parte dos pais e o uso de álcool na adolescência está bem estabelecido”, disse a autora Sara Pieters, em material divulgado pela Universidade Radboud, em Nijmegen.</p>
<p>Ela indicou que, anteriormente, outros estudos já indicavam essa relação, mas que essa foi a primeira pesquisa a mostrar que o impulso dos jovens também é influenciado.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: G1</span></p>
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		<title>Álcool mata mais que obesidade e tabagismo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:04:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se pensarmos nos piores assassinos do mundo, pode ser que não nos lembremos do álcool. Ainda assim, ele mata mais de 2,5 milhões de pessoas por ano, mais que Aids, malária ou tuberculose. Para pessoas com renda média, que constituem metade da população mundial, o álcool é o maior fator de risco para a saúde: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se pensarmos nos piores assassinos do mundo, pode ser que não nos lembremos do álcool. Ainda assim, ele mata mais de 2,5 milhões de pessoas por ano, mais que Aids, malária ou tuberculose.</p>
<p>Para pessoas com renda média, que constituem metade da população mundial, o álcool é o maior fator de risco para a saúde: pior que a obesidade, a inatividade e o tabagismo.</p>
<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) documentou com detalhes a extensão do abuso de álcool nos últimos anos e já publicou recomendações consistentes sobre como reduzir mortes relacionadas à substância, mas isso não é suficiente, segundo Devi Sridhar, especialista em políticas de saúde na University of Cambridge.</p>
<p>Em um comentário feito na <em>Nature</em>, Devi argumenta que a OMS deve regular o álcool a nível mundial, impondo regulamentos como idade mínima para beber, tolerância zero para embriaguez ao volante e proibição de bebidas especiais ilimitadas. Respeitar os regulamentos seria obrigatório para os 194 Estados membros da OMS.</p>
<p>Longe de proibir, a regulamentação da OMS forçaria as nações a fortalecer leis fracas sobre bebidas e aplicar melhor as leis já em vigor, aponta Devi.</p>
<p><strong>Quase uma garrafa por dia</strong></p>
<p>O consumo de álcool é medido em termos de álcool etílico puro para compensar as diferenças de teor na cerveja, vinho e destilados. Uma garrafa de vinho de um litro com 10% de álcool, por exemplo, representaria apenas 0,1 litro de álcool puro. Segundo a OMS, cada americano toma, em média, 9,4 litros de álcool etílico por ano, que equivalem a 94 garrafas do vinho citado acima.</p>
<p>Embora possa parecer muito, os americanos nem chegam perto dos 50 maiores consumidores mundiais. A Europa, especialmente a Europa Oriental, domina a cena. A Moldávia encabeça a lista, com 18,4 litros de álcool per capita por ano. Isso equivale a 184 garrafas de vinho de um litro ou quase quatro garrafas semanais por pessoa. A idade legal para beber na Moldávia é 16 anos e há poucas restrições sobre quando ou onde o álcool pode ser vendido.</p>
<p>O preço do abuso de álcool é a morte prematura. Um em cada cinco homens da Federação Russa e de países europeus vizinhos morre em consequência do álcool, segundo dados da OMS. O abuso de álcool está associado a doenças cardiovasculares, cirrose do fígado, cânceres diversos, violência e acidentes de veículos. Adultos alcoólatras têm ainda dificuldade de trabalhar e sustentar suas famílias.</p>
<p><strong>Recomendações sensatas</strong></p>
<p>Devi argumenta que a OMS é a única entre as organizações de saúde que pode criar convenções juridicamente vinculadoras. A OMS fez isso apenas duas vezes em sua história de 64 anos: o Regulamento Sanitário Internacional, que exige que países reportem certos surtos de doenças e eventos de saúde pública, e a Convenção-Quadro para Controle do Tabaco, que obriga os governos a modificar leis para reduzir a demanda e a oferta de tabaco.</p>
<p>Nenhuma outra entidade pode atacar o problema mundial do abuso de álcool, disse ela. Quando se trata de álcool, no entanto, a OMS estabelece meras recomendações, como as descritas em 2010 na Estratégia Global da OMS para reduzir o uso nocivo do álcool.</p>
<p>“Os países estão cientes do problema, mas vários não se comprometeram realmente com a implementação das recomendações”, lamentou Devi à LiveScience. “O problema não é com os ministérios da saúde, mas com os das finanças e do comércio, por exemplo, que priorizam outros interesses.”</p>
<p>Em seu comentário na <em>Nature</em>, Devi avaliou que as atuais recomendações da OMS poderiam servir como base para uma nova convenção internacional sobre a regulamentação do álcool. Os Estados Unidos lutam para cumprir várias das dez áreas-alvo recomendadas, que incluem restrições à publicidade, elevações de preços e leis mais duras contra a embriaguez na condução de veículos.</p>
<p>“Com a sustentação da OMS, os ministérios da saúde teriam uma posição mais forte de negociação doméstica para priorizar a regulação do álcool acima de interesses econômicos”, defende Devi.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Scientific American Brasil</span></p>
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		<title>Álcool no cinema incentiva o consumo de bebida por jovens</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 16:31:11 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Astros que consomem uísque, vinho ou cerveja em um filme são uma força invisível, mas potente no incentivo ao consumo de álcool por jovens, sugeriu um estudo feito nos Estados Unidos. Grande exposição a cenas com consumo de álcool em filmes gera uma probabilidade maior dos adolescentes consumirem álcool do que pais que bebem ou permitem fácil acesso à bebida em casa, afirma.</p>
<p>Sem precedentes em seu alcance, a pesquisa foi feita por meio de ligações confidenciais com mais de 6,5 mil americanos escolhidos aleatoriamente com idade entre 10 e 14 anos, que foram então entrevistados mais três vezes ao longo dos dois anos seguintes.</p>
<p>Os adolescentes foram perguntados sobre que grandes filmes haviam assistido com cenas envolvendo álcool ou propagandas de bebidas, e também sobre sua personalidade, escola e vida familiar.</p>
<p>Uma lista com 50 filmes foi usada na entrevista a partir de uma escolha aleatória entre 500 sucessos recentes de bilheteria e mais outros 32 filmes que tinham arrecadado pelo menos 15 milhões quando o primeiro levantamento foi realizado.</p>
<p>Os pesquisadores avaliaram a exposição do álcool em filmes, baseado no consumo ou aquisição, real ou implícito, da personagem.</p>
<p>Eles descobriram que os jovens ficaram, em média, expostos por quatro horas e meia. Muitos viram um total de mais de oito horas.</p>
<p>Durante os dois anos de duração do estudo, a porcentagem dos que passaram a consumir álcool cresceu de 11% para 25%. A proporção dos que começaram a beber excessivamente, definido como cinco ou mais drinks consecutivos, subiu de 4% para 13%.</p>
<p>Dentre os 20 maiores fatores de risco para essas atividades, o principal era o consumo de álcool entre os colegas.</p>
<p>Mas a grande exposição ao álcool em filmes foi o terceiro maior incentivador da ação, e quarto maior em relação a estimular o consumo excessivo.</p>
<p>Era um risco ainda maior do que ter pais ausentes ou pais que bebem, ter muito dinheiro em mãos, ou ainda ter álcool disponível em casa.</p>
<p>&#8220;Exposição a álcool no cinema foi responsável por 28% do início do consumo de álcool e 20% da transição para o seu uso constante.&#8221;, afirma o estudo.</p>
<p>Após reunir os fatores que foram levados em consideração, adolescentes que assistiram a mais filmes contendo álcool estavam duas vezes mais predispostos a começar a beber do que aqueles que viram menos. Eles também estavam 63% mais predispostos a avançar para o seu consumo excessivo.</p>
<p><strong>Por que isso ocorre?</strong></p>
<p>&#8220;No cinema, o álcool é tipicamente associado a situações positivas, sem efeitos negativos, e frequentemente são exibidas as marcas das bebidas, o que promove nos jovens tanto a identificação quanto a lealdade à marca&#8221;, demonstrou o estudo.</p>
<p>&#8220;Aquisição de uma mercadoria com propaganda de álcool, como uma peça de roupa com uma marca de bebida sobre ela, pode favorecer o processo&#8221;.</p>
<p>A análise foi publicada em um jornal online, o <em>BMJ Open</em>.</p>
<p>Seus autores, liderados por James Sargent, um professor da Faculdade de Medicina de Dartmouth, em New Hampshire, diz que é o momento de considerar a possibilidade de restrições.</p>
<p>No total, 61% dos filmes de Hollywood exibem o produto de alguma forma. Os produtores não podem usar tabaco. No entanto, não há nenhuma restrição para o uso de álcool.</p>
<p>Vigilantes da saúde devem se alarmar, e não apenas nos Estados Unidos, alertam os pesquisadores.</p>
<p>Mais da metade da receita de Hollywood vem da distribuição para outros países, sobretudo na Europa, Japão, Canadá, Austrália, Brasil e Coreia do Sul.</p>
<p>&#8220;Como um resfriado, as imagens nos filmes de Hollywood começam em uma região e se espalham ao redor do mundo, onde podem incentivar comportamentos ligados à bebida em todos os lugares que são distribuídos&#8221;.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: UOL</span></p>
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		<title>Aplicativo simula efeitos do consumo excessivo de álcool sobre o corpo</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 19:56:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de estimular o consumo consciente de bebidas alcoólicas, o governo escocês lançou o “Drinking Time Machine”, um aplicativo para iPhone que mostra como uma pessoa ficaria após dez anos bebendo exageradamente. A partir do envio de uma foto, o programa transforma o rosto do usuário em uma face cheia rugas, bochechas coradas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de estimular o consumo consciente de bebidas alcoólicas, o governo escocês lançou o “Drinking Time Machine”, um aplicativo para iPhone que mostra como uma pessoa ficaria após dez anos bebendo exageradamente. A partir do envio de uma foto, o programa transforma o rosto do usuário em uma face cheia rugas, bochechas coradas por rompimento de vasos sanguíneos e olhos avermelhados, entre outros efeitos do <a href="http://ctviva.com.br/tratamento-para-alcoolismo.html" target="_blank">alcoolismo</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alcoolismo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/aplicativobebidas.jpg"><img class="size-medium wp-image-2491 aligncenter" title="Aplicativo simula efeitos do consumo excessivo de álcool sobre o corpo" src="http://alcoolismo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/aplicativobebidas-300x184.jpg" alt="Aplicativo simula efeitos do consumo excessivo de álcool sobre o corpo" width="300" height="184" /></a></p>
<p>O projeto faz parte da campanha <a href="http://www.drinksmarter.org/" target="_blank">“Drink Smarter”</a>, que aconselha que mulheres consumam entre duas a três unidades alcoólicas por dia. Homens, por sua vez, deveriam se limitar entre três e quatro doses diárias. Além do aplicativo, o site oficial do projeto também traz informações médicas sobre as consequências de ingerir alcool de forma abusiva. Os visitantes da página também são aconselhados a reservar dois dias sem álcool por semana.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios</span></p>
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		<title>Carnaval é propício para o consumo exagerado de álcool</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 19:11:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A proximidade do Carnaval exalta os ânimos dos brasileiros que, em busca de diversão, estão sujeitos à práticas mais desinibidas durante os dias de folia. É neste período que, especialmente os jovens, sentem-se mais atraídos pela ampla opção de roteiros e atividades, o que inclui também aspectos negativos, como o consumo exagerado de bebidas alcoólicas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A proximidade do Carnaval exalta os ânimos dos brasileiros que, em busca de diversão, estão sujeitos à práticas mais desinibidas durante os dias de folia. É neste período que, especialmente os jovens, sentem-se mais atraídos pela ampla opção de roteiros e atividades, o que inclui também aspectos negativos, como o consumo exagerado de bebidas alcoólicas. Este comportamento é ainda mais propício nesta época, visto que o controle dos pais sobre os filhos pode ser menos rigoroso quanto ao consumo dessas substâncias, segundo o psiquiatra e conselheiro da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), Dr. Carlos Salgado.</p>
<p>&#8220;A atitude liberal para inúmeras condutas incluem o jovem, ainda mais no Carnaval, onde existe a questão cultural e a oferta de situações é mais ampla. O jovem, mesmo que não tenha o costume de ingerir álcool, pode sofrer influência do grupo de amigos que insiste no consumo, além de favorecer a prática da relação sexual sem preservativo&#8221;, afirma o psiquiatra. Além das reações fisiológicas, a ressaca &#8220;moral&#8221; costuma acometer os adolescentes menos habituados ao álcool e pode ser um agente facilitador para um alcoólatra em potencial.</p>
<p>O grande fator de risco para o desenvolvimento do alcoolismo ocorre quando o indivíduo experimenta situações prazerosas envolvendo o álcool e acredita que esse parâmetro só pode alcançado quando ingere essas substâncias etílicas. A partir daí, o adolescente se torna mais vulnerável à repetição deste hábito e pode ser uma porta de entrada para o uso de drogas ilícitas como maconha e cocaína.</p>
<p><strong>Psicose e bipolaridade<br />
</strong><br />
Um importante dado que muitos desconhecem, segundo o especialista, é o efeito que o álcool provoca nos portadores de distúrbios de psicose e bipolaridade. &#8220;Muitos bebem e desconhecem a pré-disposição à esses transtornos. O excesso de bebida certamente deflagrará crises e o início da doença é antecipado pelo uso dessas substâncias&#8221;, adverte. Assim, aqueles que conhecem ou são familiares de pessoas com essas condições, precisam evitar que o paciente consuma álcool e, nesses casos, é estritamente contraindicado.</p>
<p><strong>Futura dependência<br />
</strong><br />
Uma vez que a experiência prazerosa que o álcool pode proporcionar a esses jovens é perigosa, muitos ignoram os alertas e continuam bebendo intensivamente durante os dias de folia. É durante esta experiência que o adolescente vira alvo da dependência e dá os primeiros indícios para esta categoria. É neste ponto que os pais precisam agir rapidamente, já que eles podem atuar como educadores e impedir que seus filhos sejam os próximos alcoólatras do País.</p>
<p>&#8220;O papel dos pais é o de representante dos valores sociais e reguladores da ação do jovem em meio ao ambiente social. E de nada adianta a família exigir um comportamento adequado do filho se os pais também cometem abusos durante o Carnaval. O exemplo vem de casa&#8221;, revela o Dr. Carlos Salgado.</p>
<p>Portanto, para usufruir das festas sem cometer excessos, o especialista recomenda que os pais não autorizem, de maneira alguma, que seus filhos consumam bebidas alcoólicas e apela para o bom senso no momento da conversa. &#8220;A dica é dirigida aos adultos, já que o álcool e o tabaco são substancias ilícitas para menores de 18 anos. Pais que de certa forma cultivam este hábito, colherão mais adiante a dependência química dos adolescentes&#8221;, finaliza.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Bonde News</span></p>
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		<title>Beber socialmente também gera problemas</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 18:26:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O efeito do consumo agudo do álcool, relacionado a ingestões de bebida em ocasiões específicas, pode causar hipertensão e problemas cardiovasculares, além de aumentar o risco do desenvolvimento de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs). É o que aponta uma pesquisa desenvolvida pelo doutorando Ulisses Vilela Hipólito, no laboratório da farmacologia da USP, em parceria com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O efeito do consumo agudo do álcool, relacionado a ingestões de bebida em ocasiões específicas, pode causar hipertensão e problemas cardiovasculares, além de aumentar o risco do desenvolvimento de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs). É o que aponta uma pesquisa desenvolvida pelo doutorando Ulisses Vilela Hipólito, no laboratório da farmacologia da USP, em parceria com a Universidade de Ottawa, no Canadá.</p>
<p>&#8220;As linhas de pesquisas existentes já estudaram os efeitos do consumo crônico do álcool, que é prejudicial à saúde. O objetivo dessa pesquisa foi analisar se um consumo, mesmo que menor, também poderia trazer danos para a saúde. Percebemos que isso ocorre&#8221;, diz Hipólito.</p>
<p>Para a realização da pesquisa, foi utilizado o modelo &#8220;Binge drinking&#8221;, termo em inglês que pode ser entendido como o bebedor de fim de semana. Os estudos se basearam na administração do álcool em ratos e comprovou que 85% dos animais que fizeram a ingestão da substância apresentaram alterações no sistema cardiovascular.</p>
<p>O coordenador da pesquisa, Carlos Renato Tirapelli, explica que a grande pergunta a ser respondida é como o álcool induz à hipertensão. &#8220;Foi possível perceber que o álcool relaxa a aorta. Ele produz muitos radicais livres, que são as moléculas formadas no organismo, resultado da oxidação natural. Esses danos podem provocar um gatilho que desencadeie num espasmo e até levar ao AVC&#8221;, diz o pesquisador.</p>
<p>A pesquisa tem sido desenvolvida nos últimos dois anos. São observados ratos sob o efeito de uma quantia de 13% de álcool no organismo. O estudo é feito após a absorção do etanol pelo organismo. Tirapelli explica que o Sistema Estadual de Análise de Dados (Senad) também tem demonstrado preocupação com o hábito de beber socialmente.</p>
<p>&#8220;O Senad fez um levantamento em 2007 e, no Brasil, esse hábito é muito comum entre jovens de 18 a 30 anos. Por isso, a necessidade de reconhecer que esse uso agudo também é prejudicial&#8221;, afirma. Além do apoio da universidade canadense, a pesquisa teve financiamento da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Jornal A Cidade</span></p>
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		<title>Alcoolismo altera propriedades mecânicas dos ossos</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:23:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estimativas apontam que 13% da população mundial sofrem com o alcoolismo. Diante da gravidade do problema, cada vez mais pesquisadores vêm se dedicando ao estudo do álcool e seus malefícios sobre o organismo. Para investigar os efeitos do álcool e da desintoxicação alcoólica sobre a neoformação óssea e propriedade estrutural do osso, Evelise Aline Soares, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estimativas apontam que 13% da população mundial sofrem com o <a href="http://www.ctviva.com.br/tratamento-para-alcoolismo.html" target="_blank">alcoolismo</a>. Diante da gravidade do problema, cada vez mais pesquisadores vêm se dedicando ao estudo do álcool e seus malefícios sobre o organismo. Para investigar os efeitos do álcool e da desintoxicação alcoólica sobre a neoformação óssea e propriedade estrutural do osso, Evelise Aline Soares, da Universidade José do Rosário Velano (UNIFENAS), de Minas Gerais, e colegas desenvolveram uma pesquisa com animais.</p>
<p>Os autores contam em um estudo publicado ano passado na Acta Ortopédica Brasileira que 15 ratos foram divididos em três grupos, cada um com cinco animais. O primeiro recebeu uma dieta líquida à base de álcool etílico a 5% e 10%, nas duas primeiras semanas, e de álcool etílico a 15% da terceira até a décima semana. Um segundo grupo foi submetido ao mesmo regime, porém na quarta semana iniciaram um período de desadaptação gradativa ao álcool. Houve ainda um terceiro grupo (controle) que não foi submetido à dieta líquida à base de álcool. Vale lembrar que todos os animais receberam a mesma dieta sólida e recebiam água.</p>
<p>Após quatro semanas, foram colocados implantes de hidroxiapatita (HAD) na tíbia dos animais e foi produzida uma falha no osso perietal e, ao final das 13 semanas, os autores analisaram os ossos dos ratos.</p>
<p>Eles contam no artigo que os animais do grupo de alcoolista crônico &#8220;apresentaram menores valores de neoformação óssea, de calcemia e resistência mecânica, quando comparados aos grupos controle e desintoxicado&#8221;. Além disso, os ratos desintoxicados &#8220;apresentaram valores superiores em todas as variáveis avaliadas em relação ao grupo alcoolista crônico&#8221;, destacam na pesquisa.</p>
<p>Dessa forma, os pesquisadores concluem que “o consumo de etanol na concentração de 15% interferiu negativamente na osteogênese ao redor de implante de HAD, nos níveis de cálcio e na resistência mecânica óssea&#8221;. Já a desintoxicação alcoólica demonstrou-se eficaz. Nesse sentido, os autores lembram que os profissionais de saúde devem estar atentos aos hábitos do paciente uma vez que estes podem interferir na osseointegração e no reparo ósseo após fraturas.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte:<strong> </strong>Wscom</span></p>
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		<title>Álcool é a droga que mais mata no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cada ano, cerca de 8 mil pessoas morrem em decorrência do uso de drogas lícitas e ilícitas no Brasil. Um estudo elaborado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) aponta que, entre 2006 e 2010, foram contabilizados 40,6 mil óbitos causados por substâncias psicoativas. O álcool aparece na primeira colocação entre as causas, sendo responsável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada ano, cerca de 8 mil pessoas morrem em decorrência do uso de drogas lícitas e ilícitas no Brasil. Um estudo elaborado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) aponta que, entre 2006 e 2010, foram contabilizados 40,6 mil óbitos causados por substâncias psicoativas. O álcool aparece na primeira colocação entre as causas, sendo responsável por 85% dessas mortes.</p>
<p>Para elaborar o estudo, a CNM coletou dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, que reúne e consolida os óbitos no território brasileiro conforme os locais da ocorrência e de residência do indivíduo. De acordo com o levantamento, as 40.692 pessoas morreram no Brasil vítimas do uso de substâncias como álcool, fumo e cocaína. E os dados podem estar subestimados, conforme a própria confederação, devido à complexidade de registros no SIM e pelo fato de não serem contabilizadas mortes causadas indiretamente pelo uso de drogas, como acidentes de trânsito e doenças crônicas. No estudo foram contabilizadas mortes em decorrência de envenenamento (intoxicação), transtornos mentais e comportamentais.</p>
<p><strong>Drogas ilícitas são minoria dos casos</strong></p>
<p>Quando se fala em drogas, substâncias ilícitas, como cocaína e crack, costumam ser as mais lembradas. Segundo o levantamento da CNM, contudo, elas são responsáveis por uma parcela mínima das mortes causadas diretamente pelo seu consumo. Juntos, o álcool e o fumo, drogas vendidas e consumidas legalmente, representam 96% dos mais de 40 mil óbitos contabilizados nos últimos anos.</p>
<p><strong>Mortes indiretas elevariam os números</strong></p>
<p>Se o número de 40 mil mortes em cinco anos já é considerado preocupante, é preciso lembrar que ele representa apenas uma parcela dos óbitos em consequências do uso de drogas no Brasil. O estudo levou em consideração somente as mortes em que o consumo de substâncias psicoativas foi apontado como causa direta. Ou seja, existe um contingente ainda maior de óbitos não contabilizados que podem entrar nessa relação.</p>
<p>Com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, foram selecionadas as ocorrências a partir do que indicavam os atestados de óbito. Dessa forma, não foram contabilizadas as mortes decorrentes de doenças crônicas ou acidentes de trânsito. “Dos casos de câncer de pulmão, 95% são decorrentes do fumo. Grande parte dos acidentes com morte é causada por motoristas embriagados. O número de mortes relacionadas a drogas é extremamente superior aos dados formais”, observa o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.</p>
<p>Para o médico Élio Mauer, o álcool se constitui na mais perigosa das drogas porque, além de ser legalizada, pode dar origem a uma série de outros problemas. “Além das mortes por acidentes de trânsito, temos as doenças decorrentes do uso contínuo , como as hepáticas, que podem matar”, diz. A depressão muitas vezes também está associada ao consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas.</p>
<p>Grande parte das mortes contabilizadas no estudo, 34,5 mil, ocorreram em decorrência do uso de álcool. Somente no Paraná, foram 2.338 vítimas. É o estado com o quarto maior índice em proporção à população, ficando atrás somente de Minas Gerais, Ceará e Sergipe.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Gazeta do Povo</span></p>
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		<title>Benefícios da bebida alcoólica, embora existam, não são para todos</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 17:16:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora diversas pesquisas feitas no mundo todo tenham relacionado a ingestão moderada de álcool com benefícios à saúde, esses efeitos positivos não valem para todas as pessoas. Um novo estudo feito no Centro de Dependência e Saúde Mental (CHAM, na sigla em inglês), do Canadá, analisou dados de mais de 40 pesquisas sobre o assunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora diversas pesquisas feitas no mundo todo tenham relacionado a ingestão moderada de álcool com benefícios à saúde, esses efeitos positivos não valem para todas as pessoas. Um novo estudo feito no Centro de Dependência e Saúde Mental (CHAM, na sigla em inglês), do Canadá, analisou dados de mais de 40 pesquisas sobre o assunto e reforçou a ideia de que as bebidas alcoólicas, dependendo do indivíduo, podem fazer mal, mesmo se consumidas em pequenas quantidades. O estudo foi divulgado recentemente no periódico <em>Addiction</em>.</p>
<p>Os autores do estudo levantaram dados de outras 44 pesquisas que calcularam a relação entre riscos à saúde do coração e consumo de álcool. Ao todo, esses levantamentos reuniram dados de 957.684 participantes e registraram 38.627 casos ou mortes por cardiopatia isquêmica.</p>
<p>Os pesquisadores observaram que, embora em todas as pesquisas o consumo moderado de álcool tenha protegido alguns indivíduos de cardiopatia isquêmica, nem todas as pessoas mostraram resultados positivos. Os efeitos da bebida tiveram grande variação nos estudos, principalmente naqueles que associaram proteção ao coração com ingestão de uma ou duas doses diárias de bebida alcoólica. Gênero, padrões de consumo e efeitos na saúde foram alguns dos pontos que divergiram nas análises.</p>
<p>Para os autores do estudo, a relação entre consumo de álcool e proteção ao coração não deve ser estabelecida de maneira isolada, ou seja, sem considerar outros aspectos da saúde do indivíduo. Isso porque, enquanto a bebida se mostrou positiva para prevenir a cardiopatia isquêmica, ela também pode ser prejudicial a outras, mesmo em pequenas quantidades, segundo a pesquisa.</p>
<p><strong>Curva em J &#8211; </strong>Além disso, o levantamento canadense observou, em todos os 44 estudos, que o consumo de álcool obedece muitas vezes à chamada “curva em J”. Ou seja, em relação à cardiopatia isquêmica, beber moderadamente pode melhorar a saúde em comparação aos abstêmios, mas a ingestão exagerada de álcool, além de não surtir efeitos positivos ao organismo, é extremamente prejudicial.</p>
<p>Os autores do estudo concluíram que, antes de um indivíduo consumir bebida alcoólica para beneficiar sua saúde, ele deve consultar um médico que considere suas características e fatores de risco, como predisposição familiar para certas doenças. &#8220;Mais evidências sobre a relação entre benefícios à saúde e álcool são necessárias para que o público em geral e os médicos conheçam as quantidades seguras da bebida&#8221;, afirma o estudo.</p>
<p>Existem pessoas que não devem ingerir quantidade alguma de álcool, já que os prejuízos são muito maiores do que as vantagens. Veja quais são os problemas desencadeados pelo consumo excessivo de álcool <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/estudo-reforca-a-ideia-de-que-beneficios-da-bebida-alcoolica-embora-existam-nao-sao-para-todos" target="_blank">clicando aqui</a>.<em> </em></p>
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		<title>Motorista poderá será punido mesmo recusando bafômetro</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 19:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo pretende alterar a Lei Seca (nº 11.705/2008) para que os motoristas que estiverem dirigindo alcoolizados possam ser processados mesmo que se recusem a passar pelo chamado teste do bafômetro. Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a ideia é de que todas as provas admitidas pelo direito possam ser usadas contra o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo pretende alterar a Lei Seca (nº 11.705/2008) para que os motoristas que estiverem dirigindo alcoolizados possam ser processados mesmo que se recusem a passar pelo chamado teste do bafômetro. Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a ideia é de que todas as provas admitidas pelo direito possam ser usadas contra o infrator, como testemunhas e filmagens por câmeras de segurança, de modo que o acusado passe a ter o interesse em se submeter ao teste para escapar da cadeia.</p>
<p>“Nós temos uma boa lei, mas há uma falha que precisamos corrigir. De acordo com a Constituição, ninguém pode ser obrigado a produzir provas contra si, o que faz com que o teste do bafômetro para medir a dosagem de álcool no sangue seja burlado se a pessoa se recusar a fazer”, explicou Cardozo.</p>
<p>Por isso, o Ministério da Justiça está em entendimentos com o Senado e com a Câmara para alterar a lei, com a aprovação de mudanças que impeçam os motoristas bêbados de se beneficiar da situação.</p>
<p>Um projeto de lei substitutivo já está sendo analisado pela Câmara. A partir da aprovação, a legislação permitirá que testemunhos, imagens, vídeos e exames clínicos sejam admitidos como evidências possíveis para a comprovação do estado do condutor.</p>
<p>O ministro disse que as mudanças pretendidas pelo governo na legislação incluem aumentar o valor da multa para quem for detido alcoolizado ao volante e  aplicar punições mais rigorosas sem necessidade de comprovar a presença de álcool no sangue. Para ele, a mudança “é fundamental para acabar com a sensação de impunidade”.</p>
<p><strong>Mudanças</strong></p>
<p>Segundo o deputado federal Hugo Leal (PSC-RJ), que comanda a mudança do texto em parceria com o Ministério da Justiça, uma comissão mista no Congresso pode ser montada logo após a volta do recesso legislativo e a aprovação deve ser concluída em três meses.</p>
<p>Pela proposta, deixaria de existir o limite de 6 decigramas por litro na corrente sanguínea de uma pessoa para a comprovação.</p>
<p>Outra mudança que permite o endurecimento é o valor da multa. Ela dobraria: de R$ 957,65 para R$ 1.915,30. Em caso reincidência do motorista embriagado, o valor passaria para R$ 3.830.</p>
<p>Pela legislação atual, o motorista alcoolizado tem a suspensão do direito de dirigir por um ano. A punição também passaria a ser o dobro, de dois anos.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: O Diário de São Paulo</span></p>
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