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	<description>Dando a volta por cima</description>
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		<title>É hora de chegar em casa?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:03:11 +0000</pubDate>
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		<title>Consumo de álcool favorece a má alimentação, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:47:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ingerir bebida alcoólica todos os dias ou apenas eventualmente, seja em qualquer quantidade, incide negativamente na qualidade dos hábitos alimentares. É o que aponta um estudo elaborado no Departamento de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Universidade Autônoma de Madri (Espanha). Os pesquisadores ouviram mais de 12 mil pessoas residentes na região de Madri com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ingerir bebida alcoólica todos os dias ou apenas eventualmente, seja em qualquer quantidade, incide negativamente na qualidade dos hábitos alimentares. É o que aponta um estudo elaborado no Departamento de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Universidade Autônoma de Madri (Espanha).</p>
<p>Os pesquisadores ouviram mais de 12 mil pessoas residentes na região de Madri com idades entre 18 e 74 anos. O estudo indicou que aqueles que abusam do consumo de álcool tendem a manter uma dieta pouco saudável, consumindo proteínas animal em excesso, principalmente a carne vermelha. Além disso, há o baixo consumo de frutas, verduras, leite e seus derivados em relação ao recomendado.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas está associado a uma maior tendência em não realizar algumas das principais refeições do dia, como café da manhã, almoço e jantar, o que pode ser prejudicial à dieta.</p>
<p>O álcool, além de viciante, possui muitas calorias. Porém, tratam-se de calorias das bebidas são vazias, ou seja, calorias desprovidas de minerais e vitaminas. Ao fazer essa substituição, a dieta fica menos saudável. Ou seja, ao consumir bebidas alcóolicas a pessoa se sente mais saciada, tornando muito maior a chance de pular refeições importantes e fazer uma alimentação desequilibrada, pobre em grupos alimentares e nutrientes essenciais à boa saúde do organismo.</p>
<p><strong>Consumo de álcool atrapalha o emagrecimento</strong></p>
<p><strong></strong>Dependendo da restrição de calorias determinada na dieta, uma simples dose de álcool atrapalha todo o trabalho de disciplina que você teve em uma semana inteira. Além disso, quando se bebe uma caipirinha, por exemplo, os acompanhamentos, aqueles petisco saborosos e calóricos, rondam a mesa. Daí para você relaxar e beliscar frituras é um passo.</p>
<p>O álcool possui grandes quantidades de calorias, perdendo apenas para as gorduras. Conseguir passar a semana inteira cumprindo à risca o cardápio de uma alimentação saudável, mas se entregando às tentações das bebidas no final de semana, é algo condenável num plano de emagrecimento.</p>
<p>&#8220;Para aquelas pessoas que possuem o hábito de beber regularmente, é bom lembrar que o álcool tem efeito tóxico na mucosa intestinal e acaba diminuindo a absorção de vitaminas como a tiamina, ácido fólico e B12. Por ter propriedade diurética, ele aumenta a excreção urinária de magnésio e zinco, nutrientes reguladores do organismo&#8221;, acrescenta a nutricionista Sandra Rodrigues de Melo Nascimento.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Abead/UOL</span></p>
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		<title>Não Foi Acidente</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 13:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 17 de setembro de 2011 Bruna e Miriam Baltresca foram vítimas de atropelamento por um carro em alta velocidade, em São Paulo. O motorista Marcos Alexandre Martins, que as atropelou, se recusou a fazer o exame do bafômetro, mas realizou o exame de sangue. No Boletim de Ocorrência (B.O.), testemunhas afirmam que Marcos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 17 de setembro de 2011 Bruna e Miriam Baltresca foram vítimas de atropelamento por um carro em alta velocidade, em São Paulo. O motorista Marcos Alexandre Martins, que as atropelou, se recusou a fazer o exame do bafômetro, mas realizou o exame de sangue. No Boletim de Ocorrência (B.O.), testemunhas afirmam que Marcos estava completamente alcoolizado.</p>
<p>Quem não se lembra deste caso, que na época foi bastante divulgado pela mídia? Casos como o de Miriam e Bruna acontecem diariamente nas cidades brasileiras e, segundo dados divulgados pelo movimento Não Foi Acidente, são cerca de 40 mil vítimas de acidentes de transporte por ano. Dessas, 40% são decorrentes da mistura entre álcool e direção. Mesmo com a Lei Seca em ação, motoristas dirigem sob efeito de bebidas alcoólicas, chegando a acidentes com vítimas fatais.</p>
<p>Frente a esta situação e à realidade que o Brasil enfrenta, Rafael Baltresca (filho de Miriam e irmão de Bruna) criou o movimento <a title="Não Foi Acidente" href="http://naofoiacidente.org/blog/" target="_blank">Não Foi Acidente</a> com o objetivo de levar conhecimento sobre as leis de trânsito, apoiar a educação no trânsito e campanhas de conscientização, mas principalmente de alterar as leis de trânsito brasileiras.</p>
<p>Para isso, foi criado um blog para que as informações fossem passadas à população quanto ao andamento das mudanças nas leis, inclusive a Lei Seca. Além disso, uma petição pode ser assinada, para que realmente hajam alterações significativas nas leis e que elas fiquem mais rígidas, para que pessoas que causam esse tipo de acidente não saiam impunes.</p>
<p>Saiba mais acessando o blog do movimento <a title="Não Foi Acidente" href="http://naofoiacidente.org/blog/" target="_blank">Não Foi Acidente</a>.</p>
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		<title>Álcool é mais prejudicial até os 24 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 13:32:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estudo diz que antes dessa idade o cérebro ainda está em formação e seria mais vulnerável às drogas. Uma série de estudos médicos que acaba de ser publicada pela revista científica The Lancet é categórica ao afirmar que a adolescência dura até os 24 anos de idade. É apenas nessa idade que o desenvolvimento do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo diz que antes dessa idade o cérebro ainda está em formação e seria mais vulnerável às drogas.</em></p>
<p>Uma série de estudos médicos que acaba de ser publicada pela revista científica <em>The Lancet</em> é categórica ao afirmar que a adolescência dura até os 24 anos de idade. É apenas nessa idade que o desenvolvimento do cérebro é completado. Isso significa, dizem os autores, que em pessoas mais jovens o cérebro também é mais sensível aos efeitos do álcool, do tabaco, e de outras drogas.</p>
<p>Segundo o estudo, menores de 24 anos “não apenas viciam com mais facilidade como também sofrem uma perda maior de neurônios” por causa das drogas. Os pesquisadores ressaltam que, por outro lado, é justamente entre 18 e 24 anos que os jovens mais consomem álcool. Nessa faixa etária, no Brasil, cerca de 78% das pessoas já usaram álcool e 19% delas são dependentes, segundo dados do Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid).</p>
<p>“A geração atual de jovens vai escolher caminhos diferentes em relação às gerações passadas e vai ter de encarar novos desafios para sua saúde”, diz um dos autores do trabalho do <em>The Lancet</em>, o pesquisador George Patton, da Universidade de Melbourne, na Austrália. Ele afirma que os governos precisam de programas voltados para a saúde dos adolescentes para minimizar os riscos ligados à bebida.</p>
<p>Especialistas brasileiros concordam que a formação cerebral se estende para depois dos 18 anos. “Essa fase, a partir dos 10 ou 12 anos, até os 20 e poucos anos, é de formação. O jovem está deixando de ser criança e, antes de entrar na fase adulta, vai querer experimentar de tudo. A droga vai junto nesse contexto”, diz a pesquisadora Maria Lucia Formigoni, chefe do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo e Consultora da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad).</p>
<p>Em muitos países, inclusive no Brasil, a adolescência compreende a época do início da puberdade e os 18 anos. É nessa idade que muitos jovens escolhem uma profissão, por exemplo. É também quando se recebe uma permissão para uma série de atividades, como dirigir e consumir bebidas alcoólicas.</p>
<p>Maria Lucia afirma que, como o cérebro está em fase de maturação na adolescência, o álcool e as drogas tendem a provocar uma sensação de prazer mais expressiva. Nos casos em que o jovem não tem outras fontes de prazer na vida (como atividades culturais, prática de esportes, convivência saudável com família e amigos) esse efeito é ainda mais determinante para o risco de <a title="Dependência Álcool" href="http://www.ctviva.com.br/tratamento-para-alcoolismo.html" target="_blank">dependência</a>.</p>
<p>“Nessa fase, o jovem não tem capacidade desenvolvida de avaliação de risco. A parte do controle racional não está plenamente desenvolvida”, esclarece Maria Lucia. A especialista lembra ainda que as estratégias de prevenção devem ser específicas para o jovem. Não adianta, por exemplo, alertá-lo que, se beber em excesso, terá mais risco de desenvolver câncer aos 50 anos.</p>
<p>“Não faz sentido falar de consequências à longo prazo para o jovem. Ele é mais imediatista, está interessado no aqui e agora. É preciso saber o que ele valoriza e o que não valoriza e fazer a prevenção em cima de seus valores”, diz.</p>
<p><strong>Reações Intempestivas </strong></p>
<p>Os riscos relacionados ao álcool nos mais jovens foram apenas um dos elementos avaliados pelos pesquisadores no estudo do <em>The Lancet</em>. Eles também destacam que, antes dos 24 anos, os indivíduos tendem a ter reações mais intempestivas, de modo que “as vitórias e os fracassos afetam a pessoa de maneira mais intensa”.</p>
<p>Os especialistas afirmam que as reações intempestivas nos jovens fazem com que não consigam avaliar as situações “de maneira clara”. Isso ocorre, afirma o artigo, por causa de uma maior atividade na área do cérebro que controla o prazer sentido quando o corpo recebe “recompensas” – entre elas estão a comida, o sexo e inclusive as drogas.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Jornal da Tarde – Cebrid.</span></p>
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		<title>Movimento Não Foi Acidente</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:58:44 +0000</pubDate>
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		<title>‘Sou partidário da tolerância zero’, diz Luiz Fux sobre Lei Seca</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:25:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) promoveu nesta segunda-feira audiência pública para discutir a Lei Seca. Foram reunidos 12 representantes de instituições de trânsito, universidades, advogados, especialistas e parentes de vítimas de acidentes. A audiência foi marcada pelo relator da ação, ministro Luiz Fux, que disse que não se pode permitir que motoristas dirijam sob o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) promoveu nesta segunda-feira audiência pública para discutir a Lei Seca. Foram reunidos 12 representantes de instituições de trânsito, universidades, advogados, especialistas e parentes de vítimas de acidentes. A audiência foi marcada pelo relator da ação, ministro Luiz Fux, que disse que não se pode permitir que motoristas dirijam sob o efeito de qualquer quantia de substância alcoólica:</p>
<p>- Sou particularmente partidário da tolerância zero.</p>
<p>O último expositor arrancou lágrimas discretas do ministro. Fernando Diniz, da ONG Trânsito Amigo &#8211; Associação de Parentes, Amigos e Vítimas de Trânsito, contou ter perdido o filho de 20 anos em um acidente de trânsito em 2003. O culpado está foragido e, para completar, os documentos da vítima foram roubados e a família tem sido vítima de golpes financeiros desde então.</p>
<p>- Eu me emocionei muito com esse último depoimento. Que coisa dramática! Quem acha que tem problemas não viu nada, lamentou.</p>
<p>Fux observou que os participantes da audiência concordaram na incompatibilidade entre álcool e direção. A dúvida ficou na conveniência de se criminalizar a conduta de quem dirige embriagado ou não.</p>
<p>Durante a audiência, o presidente da Corte, Carlos Ayres Britto, lembrou que a essa é uma oportunidade de aproximar o STF da sociedade e de especialistas de outras áreas, não apenas do Direito. Com a audiência pública, os julgadores do STF dão uma clareada nos seus horizontes mentais, disse o ministro.</p>
<p>O advogado Rogério Taffarello, do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), defendeu a inconstitucionalidade da Lei Seca. Para ele, uma lei não pode obrigar ninguém a produzir prova contra si mesmo. Em vez da lei, ele defendeu maior fiscalização para diminuir a ingestão de álcool por parte dos motoristas. Apoiou a mesma tese o advogado Percival Maricato, da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), entidade autora da ação que será julgada pelo STF.</p>
<p>- A lei me parece um tanto desproporcional. As leis repressivas nem sempre resolvem. O que reduz criminalidade é prevenção e criação de consciência na sociedade. Um drinque erguido numa saudação não pode ser considerado delinquência. A maioria dos brasileiros faz isso.</p>
<p>Fux disse que a ação deverá ser julgada no fim do ano. Na próxima semana, será realizada outra audiência pública sobre o mesmo assunto. Os elementos trazidos à tona ajudarão os ministros do tribunal a elaborar seus votos na ação que foi proposta contra a Lei Seca.</p>
<p>No fim de março, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que o bafômetro e o exame de sangue são os únicos meios de provar embriaguez ao volante. Segundo a decisão, exames clínicos e provas testemunhais não podem ser usadas em ações penais contra quem dirigiu embriagado. No entanto, o entendimento do STF será a palavra final sobre o assunto.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: Jornal O Globo</span></p>
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		<title>Álcool e cigarro podem levar ao uso de outras substâncias</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 13:03:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo a ONU, Brasil é o terceiro país da América Latina com o maior número de jovens que consomem álcool. É comum todo adolescente ter curiosidade de conhecer novidades. É exatamente esse desejo que leva os jovens a embarcarem em um universo muitas vezes perigoso. O alcoolismo e tabagismo é um deles, que em excesso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo a ONU, Brasil é o terceiro país da América Latina com o maior número de jovens que consomem álcool.</em></p>
<p>É comum todo adolescente ter curiosidade de conhecer novidades. É exatamente esse desejo que leva os jovens a embarcarem em um universo muitas vezes perigoso. O alcoolismo e tabagismo é um deles, que em excesso pode ocasionar vícios gravíssimos.</p>
<p>Um estudo divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em comparação com os países da América Latina, o Brasil aparece em terceiro lugar no consumo de álcool entre os adolescentes. A pesquisa foi feita com estudantes do Ensino Médio e incluiu 347.771 meninos e meninas, de 14 a 17 anos, do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Peru, Uruguai, Colômbia e Paraguai. Entre os brasileiros, 48% admitiram consumir álcool.</p>
<p>Os adolescentes passam por mudanças significativas na vida, por exemplo, a transição para vida adulta. É nessa fase que os pais têm um papel importante para ajudar os jovens a terem limites em suas atitudes e vontades. Muitas vezes o álcool e o tabaco são a porta de entrada para outros tipos de substâncias. De acordo com Ana Cristina de Melo e Souza, psicóloga e Secretária da ABEAD (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras drogas), o adolescente fica propenso a usar outras drogas devido a facilidade em encontrar essas substâncias.</p>
<p>“Os pais estão menos presentes na vida de seus filhos e quando o jovem já não tem um limite dentro de casa, ele acaba perdendo a noção do certo e errado. Quando ele bebe e fuma, automaticamente, ele aumenta sua censura e daí em diante ele já não sabe seus limites e pode vir a consumir outros tipos de substâncias, como a droga”, conta a psicóloga.</p>
<p>É exatamente esse limite que a auxiliar de administração Ana Cláudia do Nascimento tenta passar a seu filho. O estudante Renan de 15 anos, filho de Ana Cláudia, ainda não experimentou nenhum tipo de bebida alcoólica ou cigarro. “Nunca bebi nada que tenha álcool. Curiosidade eu tenho, mas além da minha mãe pegar muito no meu pé eu não sinto a necessidade de ser agora” afirma o jovem.</p>
<p>Já a auxiliar diz que essa curiosidade é normal, mas não tem como os pais não sentirem medo da liberdade que os filhos vão adquirindo com o tempo. “Não dá para proibi-los de beber ou fumar. O que nós pais podemos fazer é conversar muito com nossos filhos e orientá-los dos perigos que a bebida e o cigarro podem trazer para a saúde&#8221;, explica.</p>
<p><strong>Os benefícios da prática de atividades físicas</strong></p>
<p>A prática regular de exercícios físicos é acompanhada por benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo. Pode também exercer efeitos no convívio social do indivíduo, tanto no ambiente de trabalho quanto no familiar.</p>
<p>A inserção em ambientes educativos como a prática de esportes também é uma das sugestões da psicóloga Ana Cristina para manter os jovens longe do álcool e tabaco. “Além de ser ótimo para a saúde dos adolescentes, o esporte faz com que o jovem mantenha uma disciplina tanto na atividade, quando na vida social. Já que quem prática atividades esportivas não pode beber ou fumar com frequência, por atrapalhar o rendimento do atleta, sendo ele profissional ou não”, salienta a psicóloga.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: O Estado RJ</span></p>
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		<title>Álcool e drogas comprometem memória</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:38:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O neurologista Tarso Adoni, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, respondeu a perguntas sobre memória feitas pelos telespectadores e internautas no programa Bem Estar da Rede Globo, na última quinta-feira (29). Segundo ele, álcool e drogas podem comprometer muito essa área do cérebro. Já o cigarro é um fator de risco indireto, pois atinge os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O neurologista Tarso Adoni, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, respondeu a perguntas sobre memória feitas pelos telespectadores e internautas no programa Bem Estar da Rede Globo, na última quinta-feira (29).</p>
<p>Segundo ele, álcool e drogas podem comprometer muito essa área do cérebro. Já o cigarro é um fator de risco indireto, pois atinge os vasos sanguíneos do corpo e pode aumentar as chances de derrame.</p>
<p>Não existe um lugar do encéfalo específico para a memória, mas sim estruturas cerebrais que tornam possível esse processo, como o hipocampo e os lobos temporais.</p>
<p>De maneira geral, as perdas orgânicas de memória não são recuperadas. Mas falhas associadas a momentos de estresse ou tristeza podem voltar. Remédios para tratar problemas de memória devem ser usados apenas por pacientes com mal de Alzheimer ou outras doenças degenerativas, sempre sob recomendação médica.</p>
<p>O remédio, nesse caso, freia o avanço da doença, fazendo com que ela se torne mais branda. E é importante diferenciar um esquecimento corriqueiro de um problema de demência, que é quando a falta de memória começa a comprometer a vida do indivíduo (o que ele fazia bem antes se torna difícil, ele se perde em trajetos habituais, se torna repetitivo, esquece onde guarda coisas habituais, etc.).</p>
<p>O principal motivo do aparecimento do Alzheimer é o envelhecimento, e começa em geral após os 65 anos de idade. Apenas 10% dos casos são motivados por fatores genéticos.</p>
<p>Quando nascem, os bebês têm um esboço de memória, que nessa fase é algo mais rudimentar. Já na infância, ainda é normal esquecer-se de episódios e lembrar apenas de flashes ou dos eventos, mas não de detalhes.</p>
<p>Na gestação e durante a amamentação, há uma mudança hormonal na mulher e também noites mal dormidas que podem influenciar a memória. A privação de sono tem papel fundamental no processo de retenção de informações, e acordar muito à noite para dar de mamar pode atrapalhar esse mecanismo.</p>
<p>Amnésia, de acordo com Adoni, é um termo genérico para perda de memória. O especialista destacou a importância do peixe e de outros alimentos presentes na dieta mediterrânea para o funcionamento do cérebro e também do coração.</p>
<p>Estresse pode interferir na memória, da mesma forma que contar histórias muito compridas, cheias de detalhes, pode fazer com que a pessoa perca &#8220;o fio da meada&#8221;. Acidentes e traumatismos cranianos também podem levar a uma amnésia transitória.</p>
<p>Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) pode causar problemas de retenção e consolidação de informações. Mas também há um excesso de diagnóstico da doença e de uso de remédios, principalmente entre crianças.</p>
<p>Por fim, o neurologista disse que não há um limite de armazenamento do cérebro, e o mais importante é inter-relacionar as informações. Com o passar do tempo, algumas memórias são atenuadas, e há fatores sensoriais (como cheiros, gostos e músicas) que ativam algumas lembranças do passado.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte: G1</span></p>
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		<title>Campanha &#8216;Dirija com responsabilidade&#8217; da Fiat</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 16:39:59 +0000</pubDate>
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		<title>Consumo de álcool difere entre usuários de drogas</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 19:14:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um estudo britânico publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences e divulgado pelo  Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), investigou as diferenças nos padrões de uso e problemas relacionados entre indivíduos que consomem álcool juntamente com cocaína em pó versus os que fazem essa combinação com o crack. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo britânico publicado na revista científica <em>Proceedings of the National Academy of Sciences e </em>divulgado pelo  Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), investigou as diferenças nos padrões de uso e problemas relacionados entre indivíduos que consomem álcool juntamente com cocaína em pó <em>versus</em> os que fazem essa combinação com o crack.</p>
<p>Para isto, foram recrutados usuários que relataram uso simultâneo de álcool e cocaína em clínicas e comunidades de Londres, na Inglaterra, para participar de entrevistas estruturadas. No total, 102 indivíduos de ambos os sexos e com média de idade de 30 anos foram selecionados, sendo que 69 eram usuários de cocaína e 33 de crack.</p>
<p>Os resultados apontam que tanto a frequência como a quantidade máxima de álcool ingerida por ocasião de beber pesado*, no mês anterior à pesquisa, foram significativamente maiores entre usuários de cocaína em pó em comparação aos de crack: 20 dias de uso e 23 doses de bebida alcoólica; 15 dias de uso e 15 doses, respectivamente.</p>
<p>Entre os usuários de cocaína em pó, 99% relataram ao menos um episódio de beber pesado, enquanto a proporção entre os usuários de crack foi de 48%. Além disso, 46% dos usuários de cocaína em pó afirmaram ter bebido pesado pelo menos uma vez por semana, durante o mês anterior à pesquisa, em comparação com 13% dos usuários de crack. Em contrapartida, os usuários de crack relataram problemas mais sérios associados ao uso dessa substância e outras drogas ilícitas, problemas de saúde física e psicológica e criminalidade, além de uso mais frequente de cocaína e maiores níveis de dependência dessa substância.</p>
<p>Nota-se, portanto, que o beber pesado frequente representa um risco grave para a saúde de muitos usuários de cocaína. As diferenças nos padrões de consumo de álcool confirmam a importância de distinguir os usuários de cocaína em pó dos usuários de crack.</p>
<p>Os autores do estudo ainda alertam que, como é frequente a direção de automóveis sob a influência de álcool ou drogas e os riscos de acidentes de tráfego aumentam bastante, os profissionais de saúde que trabalham no atendimento primário ou na emergência precisam de treinamento para detectar, avaliar e tratar adequadamente pacientes que fazem consumo simultâneo de álcool e cocaína.</p>
<p><em>*Beber pesado geralmente é definido em termos do consumo excessivo de álcool em um curto período de tempo. O National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism define beber pesado episódico como o consumo de 5 ou mais doses alcoólicas por homens ou de 4 ou mais doses por mulheres, dentro de um período de 2 horas, sendo que uma dose-padrão de bebida alcoólica (285 ml de cerveja, 120 ml de vinho ou 30 ml de destilado) contém, aproximadamente, 8 a 13 g de álcool puro.</em></p>
<p><strong>Título da pesquisa:</strong><em> </em>Concurrent use of alcohol and cocaine: differences in patterns of use and problems among users of crack cocaine and cocaine powder.</p>
<p><strong>Autores:</strong> Gossop M, Manning V, Ridge G.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Alcohol &amp; Alcoholism Vol. 41, No. 2, pp. 121–125, 2006.</p>
<p><span style="color: #888888;">Com informações do portal Inteligemcia.</span></p>
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